quinta-feira, outubro 25, 2007

voltei voltei...

Bom dia, boa tarde ou boa noite, conforme a hora do dia que o amigo leitor esteja a ler esta dissertação absurda a roçar o disparatado, que hoje finalmente, após um interregno de vários meses resolvi fazer. É para brindar o caro leitor quero abordar um assunto que a muitos tem dado que falar, em particular aos mais interessados pela economia deste pais, e nada melhor que começar por falar de economia, abordando o tema das obras publicas, e as motivações que levam quem manda, a decidir por uma ou outra localização, uns dizem que é no deserto outros no meio de um conhecido poiso para as bicharadas esvoaçantes e ainda outros a querer apenas aumentar o tamanho ao já pré existente, mas uma coisa é certa seja lá onde queiram por a obra é uma coisa que tem de ser feita, porque ainda há dias estava eu a passear o meu animal de estimação o Carmindo, que é uma térmita muito esfomeada dai alem de ir com ele pela trela levar o açaime, porque ele sem estar açaimada vai-se as bengalas dos velhos que se passeiam na rua e depois sou eu que tenho de pagar as contas das operações ás tíbias e ás bacias desse anciãos que povoam todas as praças e largos do nosso querido Portugal, mas deixando esse assunto de parte e voltando ao cerne da questão, ia eu passeando o Carmindo quando vejo ao longe o um ajuntamento, e quando não é a minha admiração que estava na presença de dois vultos sem par do nosso país o Tó Catanhas e o Manel Pipolino, campeões europeus dessa modalidade tão amada do nosso pequeno Portugal, que consiste em ver que consegue projectar substancia mucosa por via oral mais longe, e que é que estavam a discutir esses dois grandes ícones da nossa sociedade, perguntam-me vocês, e perguntam bem, estavam a discutir a falta cada vez maior de espaços para a pratica deste desporto, ao ponto que obriga aos seus praticantes a terem que praticar a sua actividade desportiva em qualquer espaço aberto publico do nosso pais, que já não passou por um aficionado desse desporto pela rua e sentiu a angustia do pobre homem em ter de fazer a sua projecção na via publica? É por isso que meu senhores temos rapidamente de decidir onde vamos instalar o cuspiodromo, seja lá no deserto ou onde for que é certo que o existente não já não tem capacidade e condições para a pratica intensiva desse belo desporto. Agora despeço-me com amizade e de consciência mais leve depois de alertar para a importância crucial deste investimento para o país, não deixemos morrer aquilo em que somos bons, e vamos proporcionar condições de trabalho a esses grandes desportistas que na rua são obrigados a treinar para as grandes competições. Não os obriguem a cuspir na rua.